sexta-feira, 22 de abril de 2011

Perdida



















Hoje eu acordei pensando em como viver?Quais os sentidos eu achei para viver?Com quantos sonhos eu vou montar o mosaico da vida?Sou uma garota estranha, sem começo, nem fim, onde foi a outra eu perdida de mim?
A garota forte e engraçada?Poderia ser ela de novo?Ela parece tão distante, quero ser o fogo, a chama de um pedaço, um pedaço que já fui um dia, cansei.Estou sentada na cama pensando, será que sou tão apagada assim?
Minha estrela não brilha, minha pele é envelhecida, está apodrecendo, manchas negras suturam minha face, como eu me sinto mal, triste, doente.
É a vida e seus caminhos cheios de cacos de vidro, você sangra para poder sobreviver, o calor lá fora simplesmente não me atinge, pessoas que foram embora, pareço um bicho que congelou com o inverno.
Revivendo dores passadas, eu não quero mais isso, grite para mim até meus ouvidos sangrarem, não tenho medo da dor só do amor.
Vontade, desabafo, realismo, verdade, quero apenas isso.

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